dias incríveis

que dias incríveis.

reencontrei a pingas e a kitxi.
fui com o joão e com a sara a moledo jantar com a tita e a cata e tivemos o prazer da companhia da alexandra, da carolina e do tiago.
as noites já sabem a férias embora os dias só as vislumbrem...
que dias incríveis...

the shores of the swilly

esta música apareceu-me por acaso. embora o vídeo seja meio idiota, não tem mal porque esta música deve ser ouvida de olhos fechados...

[concordo cada vez mais com a outra senhora: "não há coincidências"...]

o meu dia



















hoje, 26 de julho, é o dia de S. Joaquim.
S. Joaquim e Santa Ana eram os pais de Maria, avós de Jesus.

(obrigado Tita, por me lembrares...)

dar tampa

lia-se no jn, no dia 18 de julho:

"A AMARSUL procedeu ontem à entrega de vário material ortopédico, entre cadeiras de rodas e outros materiais, no valor de 59 mil euros, de que beneficiaram 25 IPSS e 30 cidadãos carenciados da Península de Setúbal.

O valor do material oferecido foi, como afirmou ao JN João Pedro Rodrigues, presidente da AMARSUL - a empresa concessionária da exploração e gestão do Sistema Multimunicipal de Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos da Margem Sul do Tejo - "suportado integralmente pelas receitas do Projecto T, que visa a recolha e reciclagem de tampas de plástico".

No total, e desde que se iniciou o Projecto T, há cerca de três anos e meio, a AMARSUL já ofereceu cerca de 120 mil euros em material hospitalar, sendo que a ideia foi seguida por outros sistemas multimunicipais por todo o país.
"

quanto a mim, continuarei a dar tampas a torto e a direito...
" - se pudesses falar com uma pessoa viva ou morta, qual escolherias?
- a viva. deves achar que sou mesmo estúpido..."

cantos do meu canto



apresento-vos a minha dipladénia.
chegou a minha casa no sábado, com uma vontade [minha] incontrolável [e bastante surreal-diga-se] de colocar as mãos na terra e jardinar. eu explico: sempre gostei de parques e jardins, mas sempre me repugnou a ideia de pôr as mãos na terra. eu sei. é snobismo. é.
mesmo assim, desta vez carreguei para casa 3 floreiras de barro, 2 floreiras de plástico [mais a terra, os cacos, os utensílios, et cetera. ao todo perfaziam cerca de 100 kg de 'ra']. coloquei nas floreiras de barro um jasmim, a dipladénia, uma de cada lado, e na do meio, uma espécie de ficus trepadeira. as floreiras de plástico foram penduradas no terraço [voltadas para dentro, pois não pus para os outros verem, mas para eu ver] com sardinheiras dentro.

domingo não me mexia. podia dizer que foi para poder apreciar quão bonito ficou o meu terraço. não foi. foi a idade que se vingou por estar a carregar coisas. mas o meu canto ficou bem mais bonito.

cantos sábios

lembrei-me há dias, sem saber muito bem porquê, de chiara lubich. durante dias não consegui deixar de pensar neste texto dela. lembro-me de o ter comprado, num livrinho com aspecto insignificante, muito fino, de capa verde. não consigo encontrar o livro, mas consegui encontrar o texto, que é tão belo quanto a memória mo recordava.

"Eu dizia que tudo começou porque escolhemos Deus. Ora isso também vocês podem fazer. Podem levar uma vida assim, insignificante de todo, segundo a vossa vontade e depois acabar num cemitério como todos, com poucas rosas e poucas lágrimas; ou podem fazer, pelo contrário, algo de sério nesta terra e seguir Jesus, Jesus que é a Vida.
Verão então a vida ao redor de vocês explodir. "

chiara lubich, santiago de compostela, 17 de agosto de 1989.